Eusebio Baleirón

Quando um poeta da envergadura de Eusebio Lorenzo Baleirón (A Coruña, 1962-1985) desaparece tão prematuramente, essa ausência é uma tragédia. Toca-nos profundamente.
Os grandes autores não pertencem a uma região ou a um país. São do mundo, do nosso, daquele em que se move «a evidência imóvel de uma sombra», como escreveu Eusebio Baleirón.
Gramática del silencio, uma edição da Rinoceronte Editora, da Galiza, abre com um excelente prólogo dos seus editores e tradutores, Penélope Pedreira e Moisés Barcia. Logo a seguir, voltamos as páginas e vamos encontrando uma poesia assustadoramente bela e cristalina que nos deixa em chamas.
Premonitória, sequiosa do belo, arrasadora. Reverberação de pedra musical, de algo infinitamente misterioso e superior. Um dos poetas que mais me empolgou nos últimos tempos.

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Um pensamento sobre “Eusebio Baleirón

  1. Eduardo! Perdoa a miña ausencia, a miña nonresposta…Por un deeses caprichos da informática, o teu mail de aviso deste post (que o é tamén da existencia deste encantador blog, que descoñecía) chegou, ignorantes deuses da rede, como ‘correo non desexado’. Escríboche un mail. Moitas gracias por este post. Encántame que Eusebio te encante. Unha aperta enorme. Penélope

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