Memória de Tenerife

A alegria corria descalça entre os pombos irrequietos da Plaza Bolívar. A voz mais bela do mundo amanhecia sobre as palavras. Não era outono nem inverno; eram sementes que voavam entre os dedos. De tão brancos e nocturnos, queria para mim o cântico e os olhos dessa poesia.

Um poeta ama o universo de cada instante. É nesse que estou, agora e sempre, atravessando o oceano da memória.

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