Errâncias

México ou aquela praia ardente da Costa Rica onde vi chorar, junto à água do mar, o cão mais triste do mundo?
Não sei. Faço literatura com a minha própria vida e invento em cada passo um país de ressonâncias e afectos. Quero ir-me embora, abraçar a poeira dos caminhos, o sol, e beber num pátio, entre estrangeiros como eu, a última luz do dia.

Vem comigo.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s