O homem do rio

Está sentado numa pedra junto ao rio Cuale. Os seus murmúrios caem na água como fragmentos de luz. São iridescentes. Mas logo se afundam como se fossem peixes.

A manhã passa na voz de dois rapazinhos a caminho da escola.

Estou no México e vejo como um homem, sentado numa pedra, agradece a Deus mais um pedaço de efemeridade.

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