Dia: 9 de Junho, 2011

Noite

À noite as horas adormecem no relógio. Rodeado de livros e silêncio, o zumbido do Mac gravita sob a febril luz do candeeiro.

A noite –  que  labirinto de ruas acesas de escuridão!

Escrever? Falar dos meus antepassados cujas fotografias habitam os meus genes?

Quando nos vamos afastando de nós próprios e dos outros? O que somos na paisagem dos dias?

Estou sem respostas. Acudam-me:  viajo com abutres pelo calendário do meu deserto.

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