Amanhecer

Amanhece e eu leio devagar os sinais da primeira luz.

Até que a vejo passar como um vulto pelo jardim, distraída, tão bela que me assusta o seu esplendor.

Debruça-se sobre a relva e beija-a com o cantar de um pássaro.

Há manhãs assim, limpas como o olhar de uma criança.

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