Pausa ao fim do dia

Hoje não queria a cidade com as suas luzes e os seus prisioneiros de fato e gravata, ou seja, os modernos escravos das convenções e da futilidade, o tédio e a pestilência dos automóveis, das bichas intermináveis da servidão burocrática. Queria antes a mesa da esplanada, um bolero a crescer em Agosto numa tarde qualquer tropical. Isso, de tão pouco, era tudo: o maravilhoso a cantar junto de mim como se a música fosses tu a correr numa praia ao meu encontro.

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