Sonata a caminho do verão

Beijo-te para que saibas que estive aí, rente aos eucaliptos dos teus braços. Queria abrigar-me neles como um pássaro perdido do Sul.

Tão longe ainda o tempo – parecia uma pedra no meio do universo. Passavas por ela descalça como uma nuvem sobre o mais belo azul. Nesses rumores, quero dizer, da vida e da circunstância, havia no olhar a cor do mar enquanto a manhã voava alta com as aves brancas da costa.

Beijo-te devagar porque a tua boca é uma palavra dentro de mim. Vejo isso nos teus olhos, onde te espero.

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